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OAB-SP E TJ-SP CRIAM GRUPO DE TRABALHO PARA COMBATER LITIGÂNCIA PREDATÓRIA

A seccional de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) e a Corregedoria-Geral de Justiça do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo fizeram a primeira reunião para a criação de um grupo de trabalho conjunto voltado ao combate à litigância predatória na última quarta-feira (22/1).

Divulgação/OAB-SP
representantes da OAB-SP e do TJ-SP

Representantes da OAB-SP e do TJ-SP se reuniram para discutir o tema da litigância predatória

A reunião contou com a participação de representantes das duas instituições, entre eles Gabriela Fragoso Calasso Costa, Maria Rita Ribeiro Pinho Dias, Paula Lopes Gomes, Airton Pinheiro de Castro e Mauro Antonini, pelo TJ-SP. Pela OAB-SP, estiveram presentes a presidente em exercício da Ordem, Daniela Magalhães, a presidente da Comissão Permanente de Direito e Prerrogativas, Claudia Bernasconi, o vice-presidente da Comissão de Fiscalização da Atividade Profissional, Bruno Paleta, e a corregedora do Tribunal de Ética e Disciplina, Ana Julia Brasi Pires Kachan.

 

Durante o encontro, foi destacado que a litigância predatória é um problema complexo, que afeta diretamente a administração e o acesso à Justiça. A proposta é que o grupo de trabalho realize reuniões mensais, possibilitando um acompanhamento sistemático, e a elaboração de fluxos e processos mais eficientes para lidar com os casos.

Daniela Magalhães enfatizou a necessidade de um esforço conjunto para o enfrentamento da questão. “Esse é um problema que afeta diretamente a administração da Justiça e o acesso a ela. O enfrentamento precisa ser coletivo, envolvendo esforços coordenados de todas as partes, para que possamos buscar soluções eficazes e demonstrar que tanto a OAB-SP quanto o TJ-SP estão genuinamente comprometidos em resolver essa questão”, enfatizou.

Os magistrados da CGJ destacaram ser de fundamental importância a participação da OAB-SP no enfrentamento do problema e ressaltaram que o Núcleo de Monitoramento de Perfis de Demandas (Numopede) está à disposição para colaborar com levantamento de dados. “Ao combater práticas abusivas, também estamos fortalecendo o trabalho da Advocacia, que acaba prejudicada pela atuação de grupos que utilizam o sistema judiciário de forma fraudulenta”, disse a juíza Maria Rita Ribeiro Pinho Dias.

 

A iniciativa reforça o compromisso das duas entidades em promover ações concretas para enfrentar questões que afetam diretamente a administração da Justiça, garantindo que os profissionais e cidadãos tenham acesso a um sistema mais eficiente. Com informações da assessoria de imprensa da OAB-SP.